O que pensar, quando índios parecem estar mais identificado com Jesus do que os próprios “crentes”?

Dentre tantos depoimentos que ouvi, dois me chamaram muita atenção.

Primeiro, os “crentes” dizendo que “foi castigo de Deus”. Isso, pelo motivo da novela explorar a cultura das comunidades ribeirinhas do São Francisco com suas crenças sincréticas.

Segundo, índios de uma aldeia próxima à cidade do Canindé do São Francisco, onde o ator faleceu. Eles fizeram um ritual de agradecimento pela vida de Domingos, e disseram “Fiquem felizes pela alma dele, pois quando ele entrou no rio, se despediu do corpo e alma, nasceu em um mundo melhor. Algum dia os brancos irão entender isso. Ele nasceu de novo, hoje. Se tornou um ser de luz, pois a água não tira a vida, ela dá a vida”.

A pergunta é: quais dos dois depoimentos lembra Jesus? Qual revela mais o amor, a graça, misericórdia, compaixão e bondade de Deus?

Os índios enxergaram a tragédia com muito mais compatibilidade com o Evangelho de Jesus do que os “crentes” têm visto.

Ultimamente, por aqui, todo dia é dia de índio.

No amor, Tihh Gonçalves ©