Não é de hoje que me posiciono em relação a esse assunto. Hoje resolvi escrever um artigo especificamente sobre esse tema: Música Gospel.

A contragosto de muitos, reforço que “Música Gospel” é só uma etiqueta do mercado fonográfico. Isso mesmo, é uma categoria ou uma classificação para venda de discos.

Essa ideia de “música de Deus” é muito equivocada. O apóstolo Paulo disse¹ que tudo veio de Deus e tudo existe por meio dele e para ele. Portanto nada que existe foi outro alguém que criou que não Deus. Então não é a música gospel que é santa, mas é santo [ou não] quem canta ela. Do mesmo modo, aquele que canta uma “música secular” ela também não é santa, mas é santo [ou não] quem a canta.

Paulo também diz que “tudo eu posso, porém nem tudo convém que eu faça”². É onde reforço que só existe música-boa e música-ruim, indiferente de estilo, artista ou selo fonográfico. Cabe agora a cada um discernir quais canções são boas ou não para si.

Para um homem que vive para Deus nada é secular, tudo é agrado. Charles Spurgeon

Recomendo minha série #MúsicasSecularesQueEdificam no Spotify a você.


Com amor, Tihh Gonçalves ©

 

 


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